ARCHIVIO DI NEWS

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33.        ENCONTRO ANUAL DOS DIRECTORES NACIONAIS DA PASTORAL DOS MIGRANTES NA EUROPA Promovido pelo CCEE

32.        EUROPA/PORTOGALLO - Le Chiese di lingua portoghese di tutti i continenti si incontrano in Cina, per favorire una maggiore conoscenza, stringere legami di fraternità e incrementare lo spirito missionario

31.        Segunda Declaración de Rivas - Asamblea de los Movimientos Sociales Reunida durante el III Foro Social Mundial de las Migraciones (www.fsmm2008.org)

30.        Alemanha sede do VI Congresso Mundial da Pastoral dos Ciganos

29.        A caminho do Congresso Missionário

28.        MAI SENZA L’ALTRO! Lettera della Commissione Giustizia e Pace della Conferenza Istituti Missionari (CIMI) alle comunità missionarie in Italia nel contesto del corrente clima sociale politico culturale in relazione ai migranti

27.        Agosto: mês das vocações no Brasil

26.        Comunicato stampa: Denuncia dei missionari e laici scalabriniani del Sud America della discriminazione e ingiustizia nelle politiche migratorie europee

25.        Migrações preocupam bispos americanos

24.        AMERICA/CILE - Nove Diocesi di frontiera di Cile, Perù e Bolivia coinvolte nel Progetto “Frontiere Solidali”, per accompagnare, accogliere ed assistere gli immigrati Arica

23.        Migrações em Portugal: Conclusões do Encontro Nacional da Pastoral das Migrações

22.        Washington, 28-31 luglio. Conferenza Nazionale sulla Migrazione della Conf. Episc. Americana (USCCB): “Rinnovando la speranza, cercando la giustizia”.

21.        Giustizia e Diritti Umani

20.        Preghiera ecumenica per le vittime dei viaggi verso l’Europa

19         Incontro annuale dei Tre Istituti della Famiglia Scalabriniana

18         Mensagem do Presidente da Commissão Episcopal da Mobilidade Humana para o dia 10 de Junho

17         Semana do Migrante

16.        Ritiri delle Province San Pietro e San Paolo

15.        Nuovo web site delle Province Scalabriniane del Sud America: San Giuseppe, San Paolo, San Pietro

14.        1 Giugno 2008: Noviziato di Piacenza: Prime professioni

13.        1 Giugno 2008: Noviziato di Porto Alegre: Prime professioni

12.        7 Maggio 2008: Cebu City: Prime professioni

11.        4 Maggio 2008: Teologia San Carlos – Bogotà, Colombia: Professioni perpetue

10.        25 Aprile 2008: Nomina del nuovo Consiglio della Regione Beato Giovanni Battista Scalabrini

09.        24 Aprile 2008: Nomina del nuovo Superiore della Provincia San Carlo Borromeo

08.        27 Aprile 2008: San Paolo, SP (Brasile): ordinazione Sacerdotale del Diac. Alisson Rodrigues Santos

07.        12 Aprile 2008: Campos Novos, SC (Brasile): ordenaçao sacerdotal Diac. Alexandre De Nardi Biolchi

06         12 Aprile 2008: San Paolo, SP (Brasile): ordinazione sacerdotale del Diac. Gustot Lucien

05.        News da Cape Town

04.        Messaggio del Superiore Generale e del Suo Consiglio per la Santa Pasqua 2008 - Mensaje del Superior General y de su Consejo para la Santa Pascua - Easter Message of the Superior General and his Council.

03.        Messaggio per la Quaresima del Superiore Generale e dei Superiori Provinciali/Regionale riuniti in Assemblea (XX ASM, 4-14 Febbraio)

02.        Nomina del nuovo Superiore della Regione Beato Giovanni B. Scalabrini (Europa / Africa)

01.        The Canonical Visit of the Superior General: a moment of Grace. - Prayer for the Canonical visit of the Superior General in 2008

 

ARCHIVIO NEWS

Ø  ENCONTRO ANUAL DOS DIRECTORES NACIONAIS DA PASTORAL DOS MIGRANTES NA EUROPA

Promovido pelo CCEE (www.ccee.ch)

News 33/2008

 “Migrantes Africanos na Europa e na Igreja - Uma responsabilidade Pastoral”

 

Comunicado final

 

De 12 a 14 de Setembro de 2008 encontraram-se em Viena, no Centro Kardinal-Konig-Haus, sob a presidência de S. E. D. José Sanchez, Bispo de Siguenza-Guadalajara e Presidente da Comissão para a Pastoral dos Migrantes do Conselho das Conferências da Europa (CCEE), os Directores Nacionais para a Pastoral dos Migrantes de 21 países europeus. Também estiveram presentes no encontro os representantes da Santa Sé, e dos Organismos Católicos Internacionais (COMECE, ICMC, Cáritas Europa).

 

O tema principal do encontro foi “Migrantes Africanos na Europa e na Igreja – a responsabilidade pastoral”. O tema foi apresentado através de duas intervenções principais, um exposto pelo Prof. Dr. Jan Sterk, de Mechelen/Malines: “O continente africano e as suas formas expressivas na história, cultura, religião e sociedade” e o outro por s. e. D. Franz Scharl, Bispo auxiliar de Viena: “Uma reflexão teológico-pastoral com base numa experiência”.

As três experiências apresentadas sucessivamente, que foram a base para o trabalho de grupo, foram expostas repectivamente pelo Senhor Oliver Eitel, Director da Cáritas da Diocese de Siguenza-Guadalajara (Espanha), que apresentou a experiência do ponto de vista dos migrantes, refugiados políticos e requerentes de asilo, pelo Dr. Petrus Bsteh, Reitor do Departamento para as Religiões de Viena, que nos mostrou a situação a partir do ponto de vista dos estudantes e de Pe. Claude Musimar, representanta da Pro Migrantibus da Bélgica, que nos ilustrou a situação a partir do ponto de vista da pastoral. Os resultados dos trabalhos de grupo fora, pois, resumidos em algumas recomendações , as quais serão apresentadas pelos participantes às Conferências Episcopais e às Igrejas de cada país. (As recomendações estarão disponíveis no site da CCEE: WWW.ccee.ch).

 

A presença dos imigrantes africanos na Europa está actualmente no centro das reflexões/discussões dos bispos africanos e europeus, como também dos Directores Nacionais para a Pastoral dos Migrantes. Trata-se de um fenómeno variado e complexo, que deve ser enfrente em diversos âmbitos – político, cultural, social e pastoral e com a cooperação das várias instâncias.

 

Durante o encontro emergiram diversas iniciativas, bem funcionais, que devem ser levadas avante e desenvolvidas. Os participantes expressaram unanimemente, que a situação de muitos países africanos com a sua consequente pobreza, o subdesenvolvimento e o desespero da muitas pessoas é dramático. Muitas vezes esta situação leva as pessoas a iniciar uma viagem de risco até à Europa, a qual para muitos termina na morte. Os participantes sublinharam, que os governos da Europa e da África devem empregar todos os meios legítimos para pôr fim a esta situação. Deixando de lado a forma como os migrantes Africanos chegam à Europa, devem sempre ser tratados como seres humanos, como irmãos e irmãs, assim como nos mandou Jesus. Aos países da Europa são pedidos mais justiça e cooperação no âmbito do desenvolvimento dos países mais pobres.

 

Durante o encontro foi decidido que no ano de 2010 será organizado um congresso sobre o tema das migrações em Espanha.

 

Durante a ceia de Sábado, 13 de Setembro, estiveram presentes alguns hóspedes da cidade de Viena, o Dr. Erwin Buchinger, Ministro para os assuntos sociais e defesa dos consumidores; a senhora Ursula Struppe Directora do Departamento Municipal para a Integração e diversidade; o Bispo-Vigário Dr. Emanuel Aydin, representante do Conselho ecuménico das Igrejas na Áustria; e o senhor Christoph Petrik-Schweifer, Secretário Geral para os programas internacionais da Caritas Austríaca.

 

Viena, 14 de Setembro de 2008, comunicado aprovado pelos participantes do encontro.

 

 

Documento final

com Recomendações

 

A complexa situação de numerosos migrantes africanos nos leva a fazer as seguintes recomendações:

 

O papel profético da Igreja

 

1.     A Igreja Católica na Europa deve exprimir-se com perseverança como referente moral e dirigir um apelo explícito aos governos nacionais, aos actores políticos europeus e às instâncias intergovernamentais em defesa do respeito incondicional e universal da dignidade humana dos migrantes.

 

2.     Neste esforço, a Igreja defende uma visão essencialmente positiva do fenómeno migratório, abrindo caminho para um encontro entre culturas diversas através de um intercâmbio positivo.

 

3.     Fazer sentir a sua própria voz no campo político deve fazer parte do raio de acção pastoral da Igreja. A este nível, encorajamos para uma cooperação ecuménica, como nos recordou a Assembleia Ecuménica de Sibiu em 2007.

 

Participação na Igreja e na Sociedade

 

4.     A Igreja deve encorajar os católicos africanos, homens e mulheres, para uma participação activa e uma assunção de responsabilidades nas instâncias da Igreja, reconhecendo a sua identidade e valorizando as suas competências.

 

5.     À luz da Instrução Erga Migrati Caritas Christi (71), a tomada de consciência da necessidade de uma pastoral para os migrantes deve traduzir-se na formação dos operadores pastorais. É urgente aprofundar a análise da presença dos migrantes nas nossas sociedade e incluir o estudo do fenómeno migratório no programa dos institutos de formação.

 

6.     Recorrendo a uma pedagogia pastoral adaptada, nas paróquias, o trabalho de sensibilização deve assegurar uma abertura mental face aos migrantes e refugiados.

 

7.     A diversidade cultural constitui um estímulo e um enriquecimento para a Igreja. O encontro das culturas africanas pode contribuir para a redescoberta dos valores fundamentais na vida social e eclesial com vista à valorização de relações interpessoais.

 

 

Contributo ao bem comum

 

8.     A migração constitui um apelo autêntico à caridade do Evangelho, o qual se traduz no acolhimento e na solidariedade, sem interferir nos direitos de cada um, na busca do bem comum.

 

9.     Apelamos às Conferências Episcopais dos países de origem, de trânsito e de destino dos migrantes, para desenvolverem sinergias estratégicas, como foi recomendado no documento final do encontro de Nairobi de 2-5 de Junho de 2008: “Para uma melhor pastoral dos migrantes e refugiados em África na aurora do terceiro milénio”, a fim de desenvolver parcerias equalitárias.

 

10.   Para irradicar as causas parciais da migração, devemos empenhar-nos em formas de parceria com os migrantes que favoreçam o desenvolvimento duradouro de condições de vida digna nos países de origem.

 

 

 

In Agência Ecclesia – www.ecclesia.pt | 19/09/2008 |

Ø EUROPA/PORTOGALLO - Le Chiese di lingua portoghese di tutti i continenti si incontrano in Cina, per favorire una maggiore conoscenza, stringere legami di fraternità e incrementare lo spirito missionario

News 32/2008

Macao (Agenzia Fides) - I Presidenti delle Conferenze Episcopali e i Vescovi residenti nei Paesi di lingua portoghese (Angola, Brasile, Capo Verde, Guinea, Macao, Mozambico, Portogallo, Sao Tome e Timor Est), dal 24 al 28 settembre si riuniranno a Macao (Cina) per riflettere sulle “Responsabilità sociali dei cristiani nell’epoca della globalizzazione”.

Questo 8º Incontro delle Chiese di lingua portoghese cerca di aumentare la conoscenza e le relazioni tra le differenti comunità ecclesiali, oltre a riflettere sulle grandi questioni che interessano la vita della Chiesa e della società, cercando “di trovare forme di cooperazione e partecipazione per potenziare la loro azione”, come si legge nel programma. Il Vescovo di Macao, Mons. José Lai, parteciperà il primo giorno con una relazione su “La Cina e la Chiesa Cattolica”.

La delegazione portoghese sarà costituita da Mons. Jorge Ortiga, Presidente della Conferenza Episcopale Portoghese (CEP), Mons. Carlos Azevedo e Padre José María. In rappresentanza della Conferenza Episcopale Brasiliana ci sarà Mons. Luis Soares Vieira, Arcivescovo di Manaus e Vicepresidente della Conferenza di Vescovi del Brasile (CNBB), e Mons. Joao Alves due Santos, Vescovo di Paranaguá e Responsabile della Pastorale Afro-brasiliana.

Secondo quanto affermato da Mons. Jorge Ortiga, Presidente della Conferenza Episcopale Portoghese (CEP), questi incontri “sono nati con il desiderio di condividere la nostra vita, le nostre carenze e i nostri limiti, per creare uno spirito di cooperazione”. “Le diverse Chiese hanno una responsabilità sociale - continua il Presidente della CEP ­ e per questo motivo vogliamo creare una circolazione effettiva di beni. La Conferenza Episcopale Portoghese ha istituito per questo scopo un fondo di solidarietà, che distribuisce in conformità alle richieste che riceve”.

Per Mons. Luis Soares, “questi incontri aiutano a fortificare i legami di fraternità tra i Paesi di lingua portoghese”. In questo modo “la CNBB cerca di stringere amicizia con gli Episcopati africani”. In particolare l’incontro vuole risvegliare lo spirito missionario, avendo il Brasile mandato vari missionari in Africa.

La precedente riunione dei Vescovi di lingua portoghese ebbe luogo a Fatima (Portogallo) nell’ottobre 2006 (vedi Fides 17/10/2006) e contò per la prima volta sulla partecipazione dei rappresentanti di Macao e Timor-est (RG)

Ø  Segunda Declaración de Rivas - Asamblea de los Movimientos Sociales Reunida durante el III Foro Social Mundial de las Migraciones (www.fsmm2008.org)

News 31/2008

Hoy, cuando conmemoramos los sesenta años de la Nakba palestina, los 20 años del inicio de las muertes en el Estrecho de Gibraltar,  los 35 años del golpe militar contra el gobierno democrático de Salvador Allende; cuando esa misma legitimidad está gravemente amenazada en Bolivia y convoca nuestra conciencia y solidaridad, y cuando celebramos los 60 años de la Declaración Universal de Derechos Humanos, nosotros, mujeres y hombres que somos parte de más de dos mil movimientos y organizaciones sociales de noventa países del planeta, nos reunimos  en Rivas Vaciamadrid (España), del 11 al 14 de septiembre de 2008, bajo el lema
NUESTRAS VOCES, NUESTROS DERECHOS, POR UN MUNDO SIN MUROS

Nuestras Voces

Somos personas y organizaciones de migrantes, desplazados/as y refugiados/as; víctimas del tráfico de seres humanos y la trata; somos también movimientos y organizaciones sociales trabajando junto a ellos; somos sujetos individuales y colectivos que, preocupados por el hecho migratorio comprendido en su integralidad, nos hemos ocupado de desarrollar acciones comprometidas con la transformación radical de las condiciones en las que los seres humanos se han visto obligados a migrar, desplazarse o refugiarse.
Nosotras, las personas migrantes, desplazadas y refugiadas y nuestras organizaciones, nos constituimos en un nuevo sujeto político y en una fuerza social mundial que se consolida en este III Foro Social Mundial de las Migraciones. Por todo lo anterior y con legítimo derecho, levantamos nuestras voces para decir:

No al creciente deterioro de las condiciones de vida que impacta a la mayoría de las personas del planeta, en el norte como en el sur global y que impacta de manera especial a las personas migrantes, refugiadas y desplazadas de los diferentes continentes, y muy especialmente las de los pueblos palestino, saharaui, colombiano, sudanés e iraquí y a las políticas cómplices de Estados Unidos, Europa y España en particular. 

No a las migraciones forzadas de los pueblos indígenas como resultado de la expropiación de sus tierras y de los megaproyectos agroindustriales, que traen como consecuencia el desarraigo y la destrucción de sus culturas.

No a las diferentes manifestaciones de racismo en contra de las personas y comunidades migrantes en todos los continentes y particularmente,  en contra de las personas de Africa Negra y la comunidad latina en los Estados Unidos

No a la reproducción y el fortalecimiento de un sistema patriarcal que, en el contexto de la feminización de las migraciones, profundiza aun más la asimetría de género ya existentes, y se traduce en la continuidad de la ubicación de la mujer en trabajos relacionados al ámbito privado y al cuidado de otros, en condiciones de esclavitud.

No a los proyectos que estigmatizan, segmentan y excluyen a las personas migrantes y sus familias y deterioran el tejido social comunitario y organizativo. Rechazamos la pretensión de transformar  las remesas en sustituto de políticas estatales de desarrollo en los países de origen y en refuerzo al circuito financiero del capital, ampliando aún más las  históricas asimetrías sociales, políticas, económicas y culturales

No al discurso mediático convencional que desde los estereotipos, refuerza la criminalización  y la  victimización de las personas migrantes como discurso hegemónico;  a la xenofobia, la discriminación y el racismo que se propaga desde ellos y que acrecienta esas conductas y prácticas en las sociedades y países de tránsito y destino de personas migrantes.

No a la globalización capitalista, neoliberal, concentradora y excluyente, depredadora del ser humano y de la naturaleza y que en su conjunto representa la causa fundamental de las migraciones contemporáneas.

 

Nuestros Derechos

Somos sujetos que nos hacemos cargo de procesos; analizamos e interpretamos la compleja realidad del hecho migratorio, desde el lugar del ser humano, su dignidad y la integralidad de nuestros derechos humanos; imaginamos y ponemos en marcha iniciativas múltiples y diversas y apostamos por nuestro protagonismo histórico, por la construcción de otra realidad:

En las condiciones actuales del capitalismo mundial, las personas migrantes somos una muestra evidente de las desigualdades económicas y sociales entre los países y dentro de los países. Situación que se profundiza por la sincronía de una crisis mundial, multidimensional: económica, ambiental, alimentaria y energética.

La construcción de muros geográficos, políticos, legales y culturales, como la directiva europea de “la vergüenza”, y otras leyes públicas y disposiciones oficiales similares, son una estrategia criminalizante que, en aras de la mayor rentabilidad del capital internacional, elimina todos los derechos humanos. Para ello se recurre, además, a la externalización de fronteras, la internalización  mental a través de la persecución, el hostigamiento y las deportaciones; las detenciones arbitrarias, la impunidad policial fronteriza y los centros de internamiento, donde la violación de los derechos humanos es cotidiana

Insistimos en que los acuerdos laborales bilaterales y regionales inspirados en el modelo filipino de programas temporales de trabajadores huésped que, al impedir el arraigo, anula cualquier posibilidad de reivindicar sus derechos, propiciando la sobreexplotación y deshumanización de las personas trabajadoras, cumplan plenamente con las obligaciones establecidas en los convenios 97 y 143 de la OIT; sin lo cual se profundiza el deterioro integral del Trabajo Humano, con pérdida de su valor salarial, social y jurídico, convirtiendo a las personas migrantes en mercancías.

Afirmamos la necesidad de defender, reivindicar, extender, frente al trabajo forzado, esclavo y precario, el trabajo digno para una vida digna, que integre libertad, igualdad de trato y contraprestaciones negociadas adecuadas para todas las personas trabajadoras.

Valoramos las iniciativas de economía solidaria que fortalecen el tejido asociativo y contribuyen a procesos de economía social y desarrollo integral de las personas. Rechazamos su utilización como instrumento para negar el derecho a migrar.

Promovemos la ciudadanía universal y ratificamos el derecho de las personas a la libre movilidad como establece la Declaración Universal de los Derechos Humanos.

 

Por un mundo sin muros

Un mundo sin muros es una condición esencial para construir otro mundo posible; el cumplimiento pleno de los artículos 13 y 14 de la Declaración Universal de los Derechos Humanos es una exigencia   y nos compromete a continuar en nuestra lucha por los derechos de todas las personas migrantes.

Por ello exigimos: la firma, ratificación y puesta en práctica de la Convención Internacional sobre los Derechos Humanos de los Trabajadores Migratorios y sus Familias por parte de los Estados que no lo han hecho.  Saludamos a los Estados que la han ratificado y demandamos  adecuen su marco normativo nacional a las exigencias de la Convención. Saludamos  el compromiso por parte de los gobiernos municipales  iniciado por el gobierno de Rivas Vaciamadrid de trabajar en la campaña a favor de la ratificación.

El establecimiento de un mandato o procedimiento especial dentro del sistema de la ONU para suplir los vacíos en los instrumentos existentes de protección de las personas migrantes, CMW (Comité de Trabajadores Migratorios), relator especial, ACNUR y el representante especial para las personas desplazadas internas.

La derogación  de la directiva de retorno de la UE, así como de todos los instrumentos legales que permiten la detención de migrantes en el mundo; el desmantelamiento del Frontex y de todos los dispositivos policiales y militares que securitizan las políticas migratorias y la fiscalización por parte de organizaciones sociales de los centros de internamiento, hasta su cierre definitivo.

Que las fronteras del mundo dejen de ser espacios de impunidad en los que las personas migrantes son objeto de todo tipo de violaciones, crímenes y obligados a asumir riesgos que ponen en peligro su vida. Demandamos que los países de origen, tránsito y destino, asuman su responsabilidad para revertir esta situación.

 

La regularización de todas las personas migrantes sin papeles en todo el mundo.

El reconocimiento de otras formas de persecución y la ampliación jurídica de las causas que se reconocen como asilo, refugio y trata de personas, garantizando que las solicitudes y los procedimientos cumplan con todo lo que prevé la ley y centren los derechos humanos de estos colectivos. Igualmente, demandamos el cumplimiento de las condiciones que el Derecho Internacional exige para el retorno de los refugiados. 

La denuncia de todos aquellos convenios de expulsión, generalmente impuestos a los Estados de origen o tránsito,  que a menudo conllevan graves violaciones de los derechos, ruptura familiar, represalias de las autoridades del país de origen y un grave desarraigo de las personas migrantes.

La anulación de los acuerdos y claúsulas de re-admisión y el cese de toda negociación de acuerdos de este tipo entre la Unión Europea y los países terceros y entre los países terceros.

La promoción de las personas y comunidades migrantes para que se organicen, se rebelen, denuncien toda forma de dominación y explotación y hagan valer sus derechos, fortaleciendo sus organizaciones y las redes de apoyo mutuo.

 

El cumplimiento de la legislación internacional que garantiza la protección adecuada de los niños y niñas que son parte importante de los flujos migratorios internacionales.

 

La incorporación en nuestras luchas de la reivindicación de una justicia medio ambiental y el reconocimiento y protección jurídica de los refugiados que provoca el cambio climático y la destrucción del medio ambiente, urgiendo un nuevo orden mundial que promueva la dignidad humana de todas las personas, en sintonía con las potencialidades de nuestro planeta tierra.

La aplicación de políticas encaminadas a garantizar la igualdad de oportunidades profundizando mecanismos de inclusión que no dependan de la situación administrativa de las personas migrantes; de políticas que integren, en los servicios públicos,  la diversidad cultural de las personas migrantes en los servicios públicos; de políticas a largo plazo para la integración de los jóvenes y para el avance en la equiparación de derechos para los colectivos migrantes de LGTB y sus familias.

 

El derecho al voto en el ámbito municipal y la participación activa en la definición de los planes locales de desarrollo y el respeto a la autonomía de las organizaciones y movimientos sociales, de tal manera que el ejercicio pleno de la ciudadanía de las personas migrantes sea efectivo.

La participación política del migrante para incidir, tanto  en la política interna como en la política externa, de un país de llegada, a favor de su país de origen, visibilizando los beneficios que las personas migrantes traen, constituyéndose en sujetos activos.

La continuación del proceso de redacción colectiva de la Carta de los Migrantes así como la de todos aquellos procesos e iniciativas que signifiquen el fortalecimiento de la defensa de los derechos de las personas migrantes.

La multiplicación y fortalecimiento de medios de comunicación democráticos, incluyentes que, desde las voces de las personas y comunidades migrantes, reflejen adecuadamente la complejidad de la migración.

Queremos recuperar la dimensión del sujeto humano, de la dignidad humana evitando que la lógica mercantil  afecte nuestra relación como movimientos sociales. Asumir que nuestra identidad como migrantes, refugiados y desplazados no niega nuestras otras múltiples identidades y luchas.

Derechos de migrar no es un delito, delito son las causas que originan las migración. Levantemos nuestras voces, defendamos nuestros derechos, luchemos juntos por construir un mundo sin muros.

 

Rivas Vaciamadrid, septiembre 13 de 2008

 

 

III Fórum Social Mundial das Migrações aconteceu na Espanha, de 11 a 14 de Setembro. O evento reuniu cerca de  3 mil delegados de 90 países e contou com a participação de diversos delegados  e delegadas brasileiros que atuam no campo da mobilidade humana.

Você poderá obter informações sobre  este importante evento mundial acessando a página do Fórum na internet: www.fsmm2008.org

 

Ø  ALEMANHA SEDE DO VI CONGRESSO MUNDIAL DA PASTORAL DOS CIGANOS

News 30/2008

 

Freising, 19 jul (RV) - Realizar-se-á de 1 a 4 de Setembro, em Freising, Baviera, Alemanha, o VI Congresso Mundial da Pastoral dos Ciganos, promovido pelo Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, sobre o tema “Os ciganos jovens na Igreja e na sociedade”.

Foi em Freising que o Papa Bento XVI estudou e foi ordenado sacerdote; enquanto Arcebispo de Munique celebrou Missa frequentemente na catedral de Freising e participou em encontros no local onde o Congresso se vai realizar.

O Congresso será inaugurado pelo Cardeal Renato Martino, Presidente do Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes. Após a abertura dos trabalhos o Arcebispo Agostino Marchetto, Secretário do mesmo organismo vaticano falará sobre “Os jovens ciganos, um recurso da comunidade civil e eclesial”.

A juventude cigana será tratada na sua realidade religiosa pelo antigo Diretor nacional da Pastoral dos Ciganos de França, P. Denis Membrey e na sua situação socio-política pela Drª Eva Rizzin, do Centro de Investigação e Ação contra a Discriminação dos Ciganos, da Itália.

As oportunidades para a colaboração cigana nos âmbitos educativo, profissional e político serão tratadas por representantes da Índia, Espanha (pela Irmã Belém Maya, cigana) e Romênia. O Congresso terá duas Mesas redondas: dos Diretores Nacionais sobre a evangelização e a promoção humana dos jovens ciganos e dos jovens ciganos presentes sobre o protagonismo dos jovens. (SP)

Ø  A caminho do Congresso Missionário

News 29/2008

A Igreja portuguesa prepara o Congresso Missionário Nacional que vai acontecer de 3 a 7 de Setembro, em Fátima, e pretende celebrar o 10º aniversário do Ano Missionário. O lema é: ‘Portugal, vive a Missão, rasga horizontes’, com três partes:

1ª - Portugal – visão histórica, geográfica, sociológica e religiosa de Portugal.

2ª - Vive a Missão – a visão teológica da Missão hoje.

3ª- Rasga horizontes – lançamento de pistas de orientação e sugestões rumo a um Portugal mais comprometido com a Missão.

O programa abre, na noite do dia 3 de Setembro, com a conferência de D. José Policarpo sobre ‘a Missão e as incertezas do mundo contemporâneo’. O dia 4 abre com D. António Couto que apresenta as ‘situações Ad Gentes na Igreja em Portugal’, continua com um painel de Testemunhos da missão na Igreja em Portugal. O fim do dia é marcado por uma conferência de Maria José Nogueira Pinto sobre ‘Portugal: o desafio dos valores’ e por um cinefórum. O P. José Ornelas Carvalho intervém, na manhã do dia 5, sobre ‘os novos caminhos da Missão Ad Gentes’ e o João Duque fala da ‘Missão no coração da Igreja Local’ A tarde é marcada por um painel de ‘Experiências missionárias nas Igrejas Locais’, no contexto de um workshop por Dioceses.

D. Gabriel Mbilingi, Vice-Presidente da Conferência Episcopal de Angola e S. Tomé (CEAST) inicia a segunda parte do Congresso, com uma conferência sobre ‘a Missão que sonhamos: a partilha de “tesouros” das Igrejas-irmãs’. ‘Os novos espaços dos Leigos na Missão Ad Gentes’ é o tema abordar pelo P. António Vaz Pinto, na manhã de sábado, seguido de uma painel com ‘Experiências de partilha missionária entre as Igrejas’ A tarde de sábado será dedicada ao Laicado Missionário, com a ‘Feira do Voluntariado’ organizada pela FEC e culminará com a conferência de D. Manuel Quintas sobre as ‘Linhas de acção para o futuro da Missão em Portugal’. A noite será de Convívio Missionário, com a animação de uma banda católica.

A manhã de domingo conta com o Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga, que abordará o tema ‘Missão Universal e Igreja Local’. O Congresso encerra com a Eucaristia, no altar do Recinto, às 11h, presidida por D. José Policarpo.

D. Manuel Quintas, Bispo do Algarve e Presidente da Comissão Episcopal das Missões, disse que ‘ gostaria que o lema deste Congresso – Portugal, vive a Missão, rasga horizontes – constituísse um apelo e um ‘envio’ de toda a Igreja em Portugal, neste início de um novo milénio; um reacender, no coração dos cristãos, do entusiasmo das origens; um ressurgir do ardor da pregação apostólica iniciada na manhã de Pentecostes; uma maior convicção da urgência e necessidade da participação pessoal na missão da Igreja, através do testemunho e do compromisso quotidiano, vivido nas Igrejas locais’. Todos não seremos demais. Todos e em força para o Congresso!

www.combonifem.it

 

Ø  MAI SENZA L’ALTRO!

Lettera della Commissione Giustizia e Pace della Conferenza Istituti Missionari (CIMI) alle comunità missionarie in Italia nel contesto del corrente clima sociale politico culturale in relazione ai migranti.

News 28/2008

Siamo missionari/e, cioè, migranti.

Abbiamo passato buona parte delle nostra vita altrove, da ‘stranieri’. Come tali ci siamo sentiti accolti, amati, e abbiamo convissuto esperienze esaltanti di incontro, scambio ed arricchimento. Nei giorni di guerra e conflitti alcuni/e di noi sono stati protetti e salvati da coloro che ci “ospitavano”.

Conosciamo per esperienza la ‘debolezza’ di trovarsi in un Paese ‘straniero’. Quegli anni e quei volti e quelle speranze ci hanno resi più attenti e vulnerabili; ci hanno aperto gli occhi sulla realtà del nostro mondo; ci hanno trasformati!

Come missionari/e siamo profondamente feriti da quanto sta accadendo nella nostra terra, rispetto ai migranti.

Ci preoccupa il ‘virus’ che gradualmente sta infettando non solo parte della nostra società, ma, purtroppo, anche porzioni delle nostre stesse comunità missionarie! Un ‘virus’ che spinge a considerare immigrati, Rom, i “senza documenti”, come gente che ruba, violenta, diventa ‘il nemico' che minaccia la nostra sicurezza.

Come missionari/e siamo profondamente indignati perché persuasi che ogni attentato perpetrato alla dignità della persona si afferma come radicale negazione di un comune progetto di umanità che insieme abbiamo la responsabilità di costruire.

La ‘criminalizzazione’ dei migranti e il conseguente tentativo di farne il ‘capro espiatorio’ per una crisi sociale che ha ben altre radici, ci amareggia e ci spinge a dissentire dallo ‘spirito’ che sembra prevalere nella società.

Ci sembra di riconoscere lo stesso ‘virus’ che ha coinvolto, attraverso il crescente ricorso alla violenza e alla logica della competizione e della manipolazione mediatico-politica, il nostro tessuto sociale, minandone le difese ‘civili’.

Come cittadini, ci preoccupa il rinnegamento dei valori portanti di una Costituzione con la quale ci identifichiamo e che, seppur faticosamente, ha offerto negli anni spunti e prospettive di solidarietà e civile convivenza.

Come discepoli di Cristo, rimaniamo sconcertati nel constatare come episodi di intolleranza, giustizia sommaria, discriminazione ed esclusione abbiano potuto trovare terreno fertile anche in varie comunità cristiane. Questi fatti gettano una luce particolarmente inquietante sul tipo di Vangelo e di ‘evangelizzazione’ che in tutti questi anni la Chiesa, cui apparteniamo e di cui siamo espressione, ha proclamato e testimoniato. Siamo infatti persuasi che il ‘virus’ di cui sopra deve essere combattuto anche attraverso la nostra predicazione, l’accoglienza evangelica e la testimonianza quotidiana di ospitalità.

Vogliamo esprimere solidarietà e vicinanza ai nostri fratelli e sorelle migranti assicurando loro che non saranno mai soli in questo viaggio di speranza comune.

Invitiamo le nostre comunità missionarie e quanti/e hanno a cuore la dignità della persona e i valori del Vangelo a contrastare in ogni modo la logica violenta dell’esclusione e della criminalizzazione dei migranti. Mettiamoci insieme per continuare a creare spazi di ospitalità e di dialogo, che soli assicureranno il germoglio di un futuro più umano per tutti.

Il futuro della nostra società è legato ai nostri cuori aperti e ospitali.

Mai senza l’altro!

Commissione Giustizia e Pace

Ø  Agosto: mês das vocações no Brasil

News 27/2008

Estimados coirmãos,

A Província São Paulo faz eco da mensagem do Pe. Paulo Caovila, coordenador da equipe de animação vocacional, para ressaltar a importância de Agôsto como mês das vocações. Nesse tempo e nesse clima vocacional, convidamos todos os religiosos da Província a um tríplice olhar. Em primeiro lugar, um olhar para trás, no sentido de