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33. ENCONTRO ANUAL DOS DIRECTORES NACIONAIS DA PASTORAL DOS
MIGRANTES NA EUROPA Promovido pelo CCEE
31. Segunda Declaración de Rivas - Asamblea de los
Movimientos Sociales Reunida durante el III Foro Social Mundial de las
Migraciones (www.fsmm2008.org)
30. Alemanha sede do VI Congresso Mundial da Pastoral dos Ciganos
29. A caminho do Congresso Missionário
27. Agosto: mês
das vocações no Brasil
25. Migrações preocupam bispos americanos
23. Migrações
em Portugal: Conclusões do Encontro Nacional da Pastoral das Migrações
20. Preghiera ecumenica per le vittime dei viaggi verso l’Europa
19 Incontro annuale dei Tre Istituti della Famiglia Scalabriniana
18 Mensagem do Presidente da Commissão
Episcopal da Mobilidade Humana para o dia 10 de Junho
16. Ritiri delle Province San Pietro e San Paolo
15. Nuovo web site delle Province Scalabriniane del Sud America: San Giuseppe, San Paolo, San Pietro
14. 1 Giugno 2008: Noviziato di Piacenza: Prime professioni
13. 1 Giugno 2008: Noviziato di Porto Alegre: Prime professioni
12. 7 Maggio 2008: Cebu City: Prime professioni
11. 4 Maggio 2008: Teologia San Carlos – Bogotà, Colombia: Professioni perpetue
10. 25 Aprile 2008: Nomina del nuovo Consiglio della Regione Beato
Giovanni Battista Scalabrini
09. 24 Aprile 2008: Nomina del nuovo Superiore della Provincia San
Carlo Borromeo
08. 27 Aprile 2008: San Paolo, SP (Brasile): ordinazione Sacerdotale
del Diac. Alisson Rodrigues Santos
07. 12 Aprile 2008: Campos Novos, SC
(Brasile): ordenaçao sacerdotal Diac. Alexandre De Nardi Biolchi
06 12 Aprile 2008: San Paolo, SP (Brasile): ordinazione sacerdotale
del Diac. Gustot Lucien
02. Nomina
del nuovo Superiore della Regione Beato Giovanni B. Scalabrini (Europa /
Africa)
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ARCHIVIO NEWS |
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Ø ENCONTRO ANUAL DOS DIRECTORES NACIONAIS DA PASTORAL DOS
MIGRANTES NA EUROPA Promovido pelo CCEE (www.ccee.ch) News 33/2008 “Migrantes Africanos na Europa e na Igreja - Uma
responsabilidade Pastoral” Comunicado final De
O
tema principal do encontro foi “Migrantes Africanos na Europa e na Igreja – a
responsabilidade pastoral”. O tema foi apresentado através de duas
intervenções principais, um exposto pelo Prof. Dr. Jan Sterk, de
Mechelen/Malines: “O continente africano e as suas formas expressivas na
história, cultura, religião e sociedade” e o outro por s. e. D. Franz Scharl,
Bispo auxiliar de Viena: “Uma reflexão teológico-pastoral com base numa
experiência”. As
três experiências apresentadas sucessivamente, que foram a base para o
trabalho de grupo, foram expostas repectivamente pelo Senhor Oliver Eitel,
Director da Cáritas da Diocese de Siguenza-Guadalajara (Espanha), que
apresentou a experiência do ponto de vista dos migrantes, refugiados
políticos e requerentes de asilo, pelo Dr. Petrus Bsteh, Reitor do
Departamento para as Religiões de Viena, que nos mostrou a situação a partir
do ponto de vista dos estudantes e de Pe. Claude Musimar, representanta da
Pro Migrantibus da Bélgica, que nos ilustrou a situação a partir do ponto de
vista da pastoral. Os resultados dos trabalhos de grupo fora, pois, resumidos
em algumas recomendações , as quais serão apresentadas pelos participantes às
Conferências Episcopais e às Igrejas de cada país. (As recomendações estarão
disponíveis no site da CCEE: WWW.ccee.ch). A
presença dos imigrantes africanos na Europa está actualmente no centro das
reflexões/discussões dos bispos africanos e europeus, como também dos
Directores Nacionais para a Pastoral dos Migrantes. Trata-se de um fenómeno
variado e complexo, que deve ser enfrente em diversos âmbitos – político,
cultural, social e pastoral e com a cooperação das várias instâncias. Durante
o encontro emergiram diversas iniciativas, bem funcionais, que devem ser
levadas avante e desenvolvidas. Os participantes expressaram unanimemente,
que a situação de muitos países africanos com a sua consequente pobreza, o
subdesenvolvimento e o desespero da muitas pessoas é dramático. Muitas vezes
esta situação leva as pessoas a iniciar uma viagem de risco até à Europa, a
qual para muitos termina na morte. Os participantes sublinharam, que os
governos da Europa e da África devem empregar todos os meios legítimos para
pôr fim a esta situação. Deixando de lado a forma como os migrantes Africanos
chegam à Europa, devem sempre ser tratados como seres humanos, como irmãos e
irmãs, assim como nos mandou Jesus. Aos países da Europa são pedidos mais
justiça e cooperação no âmbito do desenvolvimento dos países mais pobres. Durante
o encontro foi decidido que no ano de 2010 será organizado um congresso sobre
o tema das migrações em Espanha. Durante
a ceia de Sábado, 13 de Setembro, estiveram presentes alguns hóspedes da
cidade de Viena, o Dr. Erwin Buchinger, Ministro para os assuntos sociais e
defesa dos consumidores; a senhora Ursula Struppe Directora do Departamento
Municipal para a Integração e diversidade; o Bispo-Vigário Dr. Emanuel Aydin,
representante do Conselho ecuménico das Igrejas na Áustria; e o senhor
Christoph Petrik-Schweifer, Secretário Geral para os programas internacionais
da Caritas Austríaca. Viena,
14 de Setembro de 2008, comunicado aprovado pelos participantes do encontro. Documento
final com
Recomendações A
complexa situação de numerosos migrantes africanos nos leva a fazer as seguintes
recomendações: O
papel profético da Igreja 1. A Igreja Católica na Europa deve exprimir-se com
perseverança como referente moral e dirigir um apelo explícito aos governos
nacionais, aos actores políticos europeus e às instâncias intergovernamentais
em defesa do respeito incondicional e universal da dignidade humana dos
migrantes. 2. Neste esforço, a Igreja defende uma visão
essencialmente positiva do fenómeno migratório, abrindo caminho para um
encontro entre culturas diversas através de um intercâmbio positivo. 3. Fazer sentir a sua própria voz no campo político deve
fazer parte do raio de acção pastoral da Igreja. A este nível, encorajamos
para uma cooperação ecuménica, como nos recordou a Assembleia Ecuménica de
Sibiu em 2007. Participação
na Igreja e na Sociedade 4. A
Igreja deve encorajar os católicos africanos, homens e mulheres, para uma
participação activa e uma assunção de responsabilidades nas instâncias da
Igreja, reconhecendo a sua identidade e valorizando as suas competências. 5. À
luz da Instrução Erga Migrati Caritas Christi (71), a tomada de consciência
da necessidade de uma pastoral para os migrantes deve traduzir-se na formação
dos operadores pastorais. É urgente aprofundar a análise da presença dos
migrantes nas nossas sociedade e incluir o estudo do fenómeno migratório no
programa dos institutos de formação. 6. Recorrendo
a uma pedagogia pastoral adaptada, nas paróquias, o trabalho de
sensibilização deve assegurar uma abertura mental face aos migrantes e
refugiados. 7. A
diversidade cultural constitui um estímulo e um enriquecimento para a Igreja.
O encontro das culturas africanas pode contribuir para a redescoberta dos
valores fundamentais na vida social e eclesial com vista à valorização de
relações interpessoais. Contributo ao bem comum 8. A
migração constitui um apelo autêntico à caridade do Evangelho, o qual se
traduz no acolhimento e na solidariedade, sem interferir nos direitos de cada
um, na busca do bem comum. 9. Apelamos
às Conferências Episcopais dos países de origem, de trânsito e de destino dos
migrantes, para desenvolverem sinergias estratégicas, como foi recomendado no
documento final do encontro de Nairobi de 2-5 de Junho de 2008: “Para uma
melhor pastoral dos migrantes e refugiados em África na aurora do terceiro
milénio”, a fim de desenvolver parcerias equalitárias. 10. Para
irradicar as causas parciais da migração, devemos empenhar-nos em formas de
parceria com os migrantes que favoreçam o desenvolvimento duradouro de
condições de vida digna nos países de origem. In
Agência Ecclesia – www.ecclesia.pt
| 19/09/2008 | |
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Ø EUROPA/PORTOGALLO - Le Chiese
di lingua portoghese di tutti i continenti si incontrano in Cina, per
favorire una maggiore conoscenza, stringere legami di fraternità e
incrementare lo spirito missionario News 32/2008 Macao (Agenzia Fides) - I Presidenti delle Conferenze Episcopali e i
Vescovi residenti nei Paesi di lingua portoghese (Angola, Brasile, Capo
Verde, Guinea, Macao, Mozambico, Portogallo, Sao
Tome e Timor Est), dal 24 al 28 settembre si riuniranno a Macao (Cina) per
riflettere sulle “Responsabilità sociali dei cristiani nell’epoca della
globalizzazione”. Questo 8º
Incontro delle Chiese di lingua portoghese cerca di aumentare la conoscenza e
le relazioni tra le differenti comunità ecclesiali, oltre a riflettere sulle
grandi questioni che interessano la vita della Chiesa e della società,
cercando “di trovare forme di cooperazione e partecipazione per potenziare la
loro azione”, come si legge nel programma. Il Vescovo di Macao, Mons. José
Lai, parteciperà il primo giorno con una relazione su “La Cina e la Chiesa
Cattolica”. La delegazione
portoghese sarà costituita da Mons. Jorge Ortiga, Presidente della Conferenza Episcopale Portoghese
(CEP), Mons. Carlos Azevedo e Padre José María. In rappresentanza della Conferenza Episcopale Brasiliana
ci sarà Mons. Luis Soares Vieira, Arcivescovo di Manaus e Vicepresidente
della Conferenza di Vescovi del Brasile (CNBB), e Mons. Joao
Alves due Santos, Vescovo di Paranaguá
e Responsabile della Pastorale Afro-brasiliana. Secondo quanto
affermato da Mons. Jorge Ortiga,
Presidente della Conferenza Episcopale Portoghese (CEP), questi incontri
“sono nati con il desiderio di condividere la nostra vita, le nostre carenze
e i nostri limiti, per creare uno spirito di cooperazione”. “Le diverse
Chiese hanno una responsabilità sociale - continua il Presidente della CEP
e per questo motivo vogliamo creare una circolazione effettiva di beni. La
Conferenza Episcopale Portoghese ha istituito per questo scopo un fondo di
solidarietà, che distribuisce in conformità alle richieste che riceve”. Per Mons. Luis
Soares, “questi incontri aiutano a fortificare i legami di fraternità tra i
Paesi di lingua portoghese”. In questo modo “la CNBB cerca di stringere
amicizia con gli Episcopati africani”. In particolare l’incontro vuole
risvegliare lo spirito missionario, avendo il Brasile mandato vari missionari
in Africa. La precedente
riunione dei Vescovi di lingua portoghese ebbe luogo a Fatima (Portogallo)
nell’ottobre 2006 (vedi Fides 17/10/2006) e contò
per la prima volta sulla partecipazione dei rappresentanti di Macao e Timor-est (RG) |
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Ø
Segunda Declaración de Rivas -
Asamblea de los Movimientos Sociales Reunida durante el III Foro Social
Mundial de las Migraciones (www.fsmm2008.org) News 31/2008 Hoy, cuando
conmemoramos los sesenta años de la Nakba palestina, los 20 años del inicio
de las muertes en el Estrecho de Gibraltar, los 35 años del golpe
militar contra el gobierno democrático de Salvador Allende; cuando esa misma
legitimidad está gravemente amenazada en Bolivia y convoca nuestra conciencia
y solidaridad, y cuando celebramos los 60 años de la Declaración Universal de
Derechos Humanos, nosotros, mujeres y hombres que somos parte de más de dos
mil movimientos y organizaciones sociales de noventa países del planeta, nos
reunimos en Rivas Vaciamadrid (España), del 11 al 14 de septiembre de
2008, bajo el lema Nuestras Voces Somos personas y organizaciones de migrantes,
desplazados/as y refugiados/as; víctimas del tráfico de seres humanos y la
trata; somos también movimientos y organizaciones sociales trabajando junto a
ellos; somos sujetos individuales y colectivos que, preocupados por el hecho
migratorio comprendido en su integralidad, nos hemos ocupado de desarrollar
acciones comprometidas con la transformación radical de las condiciones en
las que los seres humanos se han visto obligados a migrar, desplazarse o
refugiarse. No al creciente deterioro de las condiciones de vida
que impacta a la mayoría de las personas del planeta, en el norte como en el
sur global y que impacta de manera especial a las personas migrantes,
refugiadas y desplazadas de los diferentes continentes, y muy especialmente
las de los pueblos palestino, saharaui, colombiano, sudanés e iraquí y a las
políticas cómplices de Estados Unidos, Europa y España en particular. No a las migraciones forzadas de los pueblos indígenas
como resultado de la expropiación de sus tierras y de los megaproyectos
agroindustriales, que traen como consecuencia el desarraigo y la destrucción
de sus culturas. No a las diferentes manifestaciones de racismo en
contra de las personas y comunidades migrantes en todos los continentes y
particularmente, en contra de las personas de Africa Negra y la
comunidad latina en los Estados Unidos No a la reproducción y el fortalecimiento de un sistema
patriarcal que, en el contexto de la feminización de las migraciones,
profundiza aun más la asimetría de género ya existentes, y se traduce en la
continuidad de la ubicación de la mujer en trabajos relacionados al ámbito
privado y al cuidado de otros, en condiciones de esclavitud. No a los proyectos que estigmatizan, segmentan y
excluyen a las personas migrantes y sus familias y deterioran el tejido
social comunitario y organizativo. Rechazamos la pretensión de
transformar las remesas en sustituto de políticas estatales de
desarrollo en los países de origen y en refuerzo al circuito financiero del
capital, ampliando aún más las históricas asimetrías sociales,
políticas, económicas y culturales No al discurso mediático convencional que desde los
estereotipos, refuerza la criminalización y la victimización de
las personas migrantes como discurso hegemónico; a la xenofobia, la
discriminación y el racismo que se propaga desde ellos y que acrecienta esas
conductas y prácticas en las sociedades y países de tránsito y destino de
personas migrantes. No a la globalización capitalista, neoliberal,
concentradora y excluyente, depredadora del ser humano y de la naturaleza y
que en su conjunto representa la causa fundamental de las migraciones
contemporáneas. Nuestros Derechos Somos sujetos que nos hacemos cargo de procesos;
analizamos e interpretamos la compleja realidad del hecho migratorio, desde
el lugar del ser humano, su dignidad y la integralidad de nuestros derechos
humanos; imaginamos y ponemos en marcha iniciativas múltiples y diversas y
apostamos por nuestro protagonismo histórico, por la construcción de otra
realidad: En las condiciones actuales del capitalismo mundial,
las personas migrantes somos una muestra evidente de las desigualdades
económicas y sociales entre los países y dentro de los países. Situación que
se profundiza por la sincronía de una crisis mundial, multidimensional:
económica, ambiental, alimentaria y energética. La construcción de muros geográficos, políticos,
legales y culturales, como la directiva europea de “la vergüenza”, y otras
leyes públicas y disposiciones oficiales similares, son una estrategia
criminalizante que, en aras de la mayor rentabilidad del capital
internacional, elimina todos los derechos humanos. Para ello se recurre,
además, a la externalización de fronteras, la internalización mental a
través de la persecución, el hostigamiento y las deportaciones; las
detenciones arbitrarias, la impunidad policial fronteriza y los centros de
internamiento, donde la violación de los derechos humanos es cotidiana Insistimos en que los acuerdos laborales bilaterales y
regionales inspirados en el modelo filipino de programas temporales de
trabajadores huésped que, al impedir el arraigo, anula cualquier posibilidad
de reivindicar sus derechos, propiciando la sobreexplotación y
deshumanización de las personas trabajadoras, cumplan plenamente con las
obligaciones establecidas en los convenios 97 y 143 de la OIT; sin lo cual se
profundiza el deterioro integral del Trabajo Humano, con pérdida de su valor
salarial, social y jurídico, convirtiendo a las personas migrantes en
mercancías. Afirmamos la necesidad de defender, reivindicar,
extender, frente al trabajo forzado, esclavo y precario, el trabajo digno
para una vida digna, que integre libertad, igualdad de trato y
contraprestaciones negociadas adecuadas para todas las personas trabajadoras. Valoramos las iniciativas de economía solidaria que
fortalecen el tejido asociativo y contribuyen a procesos de economía social y
desarrollo integral de las personas. Rechazamos su utilización como
instrumento para negar el derecho a migrar. Promovemos la ciudadanía universal y ratificamos el
derecho de las personas a la libre movilidad como establece la Declaración
Universal de los Derechos Humanos. Por un mundo sin muros Un mundo sin muros es una condición esencial para
construir otro mundo posible; el cumplimiento pleno de los artículos 13 y 14
de la Declaración Universal de los Derechos Humanos es una
exigencia y nos compromete a continuar en nuestra lucha por los
derechos de todas las personas migrantes. Por ello exigimos: la firma, ratificación y puesta en
práctica de la Convención Internacional sobre los Derechos Humanos de los
Trabajadores Migratorios y sus Familias por parte de los Estados que no lo
han hecho. Saludamos a los Estados que la han ratificado y
demandamos adecuen su marco normativo nacional a las exigencias de la
Convención. Saludamos el compromiso por parte de los gobiernos
municipales iniciado por el gobierno de Rivas Vaciamadrid de trabajar
en la campaña a favor de la ratificación. El establecimiento de un mandato o procedimiento
especial dentro del sistema de la ONU para suplir los vacíos en los
instrumentos existentes de protección de las personas migrantes, CMW (Comité de
Trabajadores Migratorios), relator especial, ACNUR y el representante
especial para las personas desplazadas internas. La derogación de la directiva de retorno de la
UE, así como de todos los instrumentos legales que permiten la detención de
migrantes en el mundo; el desmantelamiento del Frontex y de todos los
dispositivos policiales y militares que securitizan las políticas migratorias
y la fiscalización por parte de organizaciones sociales de los centros de
internamiento, hasta su cierre definitivo. Que las fronteras del mundo dejen de ser espacios de
impunidad en los que las personas migrantes son objeto de todo tipo de
violaciones, crímenes y obligados a asumir riesgos que ponen en peligro su
vida. Demandamos que los países de origen, tránsito y destino, asuman su
responsabilidad para revertir esta situación. La regularización de todas las personas migrantes sin
papeles en todo el mundo. El reconocimiento de otras formas de persecución y la
ampliación jurídica de las causas que se reconocen como asilo, refugio y
trata de personas, garantizando que las solicitudes y los procedimientos
cumplan con todo lo que prevé la ley y centren los derechos humanos de estos
colectivos. Igualmente, demandamos el cumplimiento de las condiciones que el
Derecho Internacional exige para el retorno de los refugiados. La denuncia de todos aquellos convenios de expulsión,
generalmente impuestos a los Estados de origen o tránsito, que a menudo
conllevan graves violaciones de los derechos, ruptura familiar, represalias
de las autoridades del país de origen y un grave desarraigo de las personas
migrantes. La anulación de los acuerdos y claúsulas de re-admisión
y el cese de toda negociación de acuerdos de este tipo entre la Unión Europea
y los países terceros y entre los países terceros. La promoción de las personas y comunidades migrantes
para que se organicen, se rebelen, denuncien toda forma de dominación y
explotación y hagan valer sus derechos, fortaleciendo sus organizaciones y
las redes de apoyo mutuo. El cumplimiento de la legislación internacional que
garantiza la protección adecuada de los niños y niñas que son parte
importante de los flujos migratorios internacionales. La incorporación en nuestras luchas de la
reivindicación de una justicia medio ambiental y el reconocimiento y
protección jurídica de los refugiados que provoca el cambio climático y la
destrucción del medio ambiente, urgiendo un nuevo orden mundial que promueva
la dignidad humana de todas las personas, en sintonía con las potencialidades
de nuestro planeta tierra. La aplicación de políticas encaminadas a garantizar la
igualdad de oportunidades profundizando mecanismos de inclusión que no
dependan de la situación administrativa de las personas migrantes; de
políticas que integren, en los servicios públicos, la diversidad
cultural de las personas migrantes en los servicios públicos; de políticas a
largo plazo para la integración de los jóvenes y para el avance en la
equiparación de derechos para los colectivos migrantes de LGTB y sus familias. El derecho al voto en el ámbito municipal y la
participación activa en la definición de los planes locales de desarrollo y
el respeto a la autonomía de las organizaciones y movimientos sociales, de
tal manera que el ejercicio pleno de la ciudadanía de las personas migrantes
sea efectivo. La participación política del migrante para incidir,
tanto en la política interna como en la política externa, de un país de
llegada, a favor de su país de origen, visibilizando los beneficios que las
personas migrantes traen, constituyéndose en sujetos activos. La continuación del proceso de redacción colectiva de
la Carta de los Migrantes así como la de todos aquellos procesos e
iniciativas que signifiquen el fortalecimiento de la defensa de los derechos
de las personas migrantes. La multiplicación y fortalecimiento de medios de
comunicación democráticos, incluyentes que, desde las voces de las personas y
comunidades migrantes, reflejen adecuadamente la complejidad de la migración. Queremos recuperar la dimensión del sujeto humano, de
la dignidad humana evitando que la lógica mercantil afecte nuestra
relación como movimientos sociales. Asumir que nuestra identidad como
migrantes, refugiados y desplazados no niega nuestras otras múltiples
identidades y luchas. Derechos de migrar no es un delito, delito son las
causas que originan las migración. Levantemos nuestras voces, defendamos
nuestros derechos, luchemos juntos por construir un mundo sin muros. Rivas Vaciamadrid, septiembre 13 de
2008 III Fórum Social Mundial das
Migrações
aconteceu na Espanha, de 11 a 14 de Setembro. O evento reuniu cerca
de 3 mil delegados de 90 países e contou com a participação de diversos
delegados e delegadas brasileiros que atuam no campo da mobilidade
humana. Você poderá obter informações sobre este importante evento mundial
acessando a página do Fórum na internet: www.fsmm2008.org |
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Ø ALEMANHA SEDE DO VI CONGRESSO MUNDIAL DA PASTORAL
DOS CIGANOS News 30/2008 Freising, 19 jul
(RV) - Realizar-se-á de 1 a 4 de Setembro, em Freising, Baviera, Alemanha, o
VI Congresso Mundial da Pastoral dos Ciganos, promovido pelo Pontifício
Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, sobre o tema “Os
ciganos jovens na Igreja e na sociedade”. Foi em Freising
que o Papa Bento XVI estudou e foi ordenado sacerdote; enquanto Arcebispo de
Munique celebrou Missa frequentemente na catedral de Freising e participou em
encontros no local onde o Congresso se vai realizar. O Congresso será
inaugurado pelo Cardeal Renato Martino, Presidente do Pontifício Conselho da
Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes. Após a abertura dos trabalhos o
Arcebispo Agostino Marchetto, Secretário do mesmo organismo vaticano falará
sobre “Os jovens ciganos, um recurso da comunidade civil e eclesial”. A juventude
cigana será tratada na sua realidade religiosa pelo antigo Diretor nacional
da Pastoral dos Ciganos de França, P. Denis Membrey e na sua situação
socio-política pela Drª Eva Rizzin, do Centro de Investigação e Ação contra a
Discriminação dos Ciganos, da Itália. As oportunidades para a colaboração
cigana nos âmbitos educativo, profissional e político serão tratadas por
representantes da Índia, Espanha (pela Irmã Belém Maya, cigana) e Romênia. O
Congresso terá duas Mesas redondas: dos Diretores Nacionais sobre a
evangelização e a promoção humana dos jovens ciganos e dos jovens ciganos
presentes sobre o protagonismo dos jovens. (SP) |
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Ø A caminho do Congresso Missionário News 29/2008 A Igreja portuguesa prepara o
Congresso Missionário Nacional que vai acontecer de 3 a 7 de Setembro, em
Fátima, e pretende celebrar o 10º aniversário do Ano Missionário. O lema é:
‘Portugal, vive a Missão, rasga horizontes’, com três partes: 1ª - Portugal – visão histórica,
geográfica, sociológica e religiosa de Portugal. 2ª - Vive a Missão – a visão teológica
da Missão hoje. 3ª- Rasga horizontes – lançamento de
pistas de orientação e sugestões rumo a um Portugal mais comprometido com a
Missão. O programa abre, na noite do dia 3 de
Setembro, com a conferência de D. José Policarpo sobre ‘a Missão e as
incertezas do mundo contemporâneo’. O dia 4 abre com D. António Couto que
apresenta as ‘situações Ad Gentes na Igreja em Portugal’, continua com um
painel de Testemunhos da missão na Igreja em Portugal. O fim do dia é marcado
por uma conferência de Maria José Nogueira Pinto sobre ‘Portugal: o desafio
dos valores’ e por um cinefórum. O P. José Ornelas Carvalho intervém, na
manhã do dia 5, sobre ‘os novos caminhos da Missão Ad Gentes’ e o João Duque
fala da ‘Missão no coração da Igreja Local’ A tarde é marcada por um painel
de ‘Experiências missionárias nas Igrejas Locais’, no contexto de um workshop
por Dioceses. D. Gabriel Mbilingi, Vice-Presidente
da Conferência Episcopal de Angola e S. Tomé (CEAST) inicia a segunda parte
do Congresso, com uma conferência sobre ‘a Missão que sonhamos: a partilha de
“tesouros” das Igrejas-irmãs’. ‘Os novos espaços dos Leigos na Missão Ad
Gentes’ é o tema abordar pelo P. António Vaz Pinto, na manhã de sábado,
seguido de uma painel com ‘Experiências de partilha missionária entre as
Igrejas’ A tarde de sábado será dedicada ao Laicado Missionário, com a ‘Feira
do Voluntariado’ organizada pela FEC e culminará com a conferência de D. Manuel
Quintas sobre as ‘Linhas de acção para o futuro da Missão em Portugal’. A
noite será de Convívio Missionário, com a animação de uma banda católica. A manhã de domingo conta com o
Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga, que abordará
o tema ‘Missão Universal e Igreja Local’. O Congresso encerra com a
Eucaristia, no altar do Recinto, às 11h, presidida por D. José Policarpo. D. Manuel Quintas, Bispo do Algarve e
Presidente da Comissão Episcopal das Missões, disse que ‘ gostaria que o lema
deste Congresso – Portugal, vive a Missão, rasga horizontes – constituísse um
apelo e um ‘envio’ de toda a Igreja em Portugal, neste início de um novo
milénio; um reacender, no coração dos cristãos, do entusiasmo das origens; um
ressurgir do ardor da pregação apostólica iniciada na manhã de Pentecostes;
uma maior convicção da urgência e necessidade da participação pessoal na
missão da Igreja, através do testemunho e do compromisso quotidiano, vivido
nas Igrejas locais’. Todos não seremos demais. Todos e em força para o
Congresso! |
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Ø MAI
SENZA L’ALTRO! Lettera
della Commissione Giustizia e Pace della Conferenza Istituti Missionari (CIMI)
alle comunità missionarie in Italia nel contesto del corrente clima sociale
politico culturale in relazione ai migranti. News 28/2008 Siamo missionari/e, cioè, migranti. Abbiamo passato buona parte delle nostra
vita altrove, da ‘stranieri’. Come tali ci siamo sentiti accolti, amati, e
abbiamo convissuto esperienze esaltanti di incontro, scambio ed
arricchimento. Nei giorni di guerra e conflitti alcuni/e di noi sono stati
protetti e salvati da coloro che ci “ospitavano”. Conosciamo per esperienza la ‘debolezza’
di trovarsi in un Paese ‘straniero’. Quegli anni e quei volti e quelle
speranze ci hanno resi più attenti e vulnerabili; ci hanno aperto gli occhi
sulla realtà del nostro mondo; ci hanno trasformati! Come missionari/e siamo profondamente
feriti da quanto sta accadendo nella nostra terra, rispetto ai migranti. Ci preoccupa il ‘virus’ che gradualmente
sta infettando non solo parte della nostra società, ma, purtroppo, anche
porzioni delle nostre stesse comunità missionarie! Un ‘virus’ che spinge a considerare
immigrati, Rom, i “senza documenti”, come gente che ruba, violenta, diventa
‘il nemico' che minaccia la nostra sicurezza. Come missionari/e siamo profondamente
indignati perché persuasi che ogni attentato perpetrato alla dignità della
persona si afferma come radicale negazione di un comune progetto di umanità
che insieme abbiamo la responsabilità di costruire. La ‘criminalizzazione’ dei migranti e il
conseguente tentativo di farne il ‘capro espiatorio’ per una crisi sociale
che ha ben altre radici, ci amareggia e ci spinge a dissentire dallo
‘spirito’ che sembra prevalere nella società. Ci sembra di riconoscere lo stesso
‘virus’ che ha coinvolto, attraverso il crescente ricorso alla violenza e
alla logica della competizione e della manipolazione mediatico-politica, il
nostro tessuto sociale, minandone le difese ‘civili’. Come cittadini, ci preoccupa il
rinnegamento dei valori portanti di una Costituzione con la quale ci
identifichiamo e che, seppur faticosamente, ha offerto negli anni spunti e
prospettive di solidarietà e civile convivenza. Come discepoli di Cristo, rimaniamo
sconcertati nel constatare come episodi di intolleranza, giustizia sommaria,
discriminazione ed esclusione abbiano potuto trovare terreno fertile anche in
varie comunità cristiane. Questi fatti gettano una luce particolarmente
inquietante sul tipo di Vangelo e di ‘evangelizzazione’ che in tutti questi
anni la Chiesa, cui apparteniamo e di cui siamo espressione, ha proclamato e
testimoniato. Siamo infatti persuasi che il ‘virus’ di cui sopra deve essere
combattuto anche attraverso la nostra predicazione, l’accoglienza evangelica
e la testimonianza quotidiana di ospitalità. Vogliamo esprimere solidarietà e
vicinanza ai nostri fratelli e sorelle migranti assicurando loro che non saranno
mai soli in questo viaggio di speranza comune. Invitiamo le nostre comunità missionarie
e quanti/e hanno a cuore la dignità della persona e i valori del Vangelo a
contrastare in ogni modo la logica violenta dell’esclusione e della
criminalizzazione dei migranti. Mettiamoci insieme per continuare a creare
spazi di ospitalità e di dialogo, che soli assicureranno il germoglio di un
futuro più umano per tutti. Il futuro della nostra società è legato
ai nostri cuori aperti e ospitali. Mai senza l’altro! Commissione
Giustizia e Pace |
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Ø Agosto:
mês das vocações no Brasil News 27/2008 Estimados coirmãos, A Província São Paulo faz eco da mensagem do Pe. Paulo Caovila, coordenador da equipe de animação vocacional, para ressaltar a importância de Agôsto como mês das vocações. Nesse tempo e nesse clima vocacional, convidamos todos os religiosos da Província a um tríplice olhar. Em primeiro lugar, um olhar para trás, no sentido de |